terça-feira, 6 de agosto de 2013

BIOGRAFIA



Eleito pela primeira vez em 1982, o vereador Jairo Marcelino (PSD) foi reeleito para o oitavo mandato consecutivo. É parlamentar constituinte: participou deste processo em 88 e da revisão do documento, neste último mandato. Ex-comerciante e motorista profissional, construiu uma carreira político-partidária destacada pela ética e seriedade, com atuação na defesa de segmentos organizados e categorias profissionais. A pauta de seus projetos de lei está identificada com o interesse público. É de sua autoria a Lei 6805, para instalação de postos de marcação de consultas em terminais; isenção de passagem no transporte coletivo para carteiros (Lei 7408); isenção de EstaR para taxistas, quando no interior dos veículos (Lei 8686); dispositivos de uso e ocupação das áreas em faixas de segurança, de transmissão de energia elétrica e alta tensão (Lei 8788); alterações na legislação de publicidade ao ar livre (Lei 9088); informação turística sobre o serviço de táxi nos hotéis (Lei 9232); determinações dentro do serviço de táxi, para embarque e desembarque de passageiros (Lei 9700), e as leis 7347 e 7559, sobre o transporte escolar. Fez, ainda, proposições para aperfeiçoar o serviço funerário, substituir a regulamentação de para-raios radioativos e ampliar os níveis da saúde e segurança pública.
Esteve no cargo de terceiro-secretário da Casa por duas vezes. Das nove vezes em que foi integrante da Comissão de Economia, Finanças e Fiscalização, por quatro presidiu o grupo, iniciando em 1987. A mesma atribuição foi repetida por três vezes na Comissão de Serviço Público a partir de 2008. Presidiu por uma vez as comissões de Legislação, Justiça e Redação e de Segurança. Em média, integrou as comissões de Urbanismo e Educação por quatro vezes. Foi relator e utilizou dispositivos constitucionais do orçamento municipal em favor do desenvolvimento da cidade e sua população.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

PROJETO QUE ALTERA LEI DOS TÁXIS EM CURITIBA





Foi apresentado na Câmara de Curitiba, projeto que altera a Lei dos Táxis. A proposição é de autoria dos vereadores Jairo Marcelino (PSD) e Pedro Paulo (PT). O artigo 14 da lei diz que “a outorga de autorização será entregue ao taxista devidamente inscrito e que comprove mais tempo de atividade no Serviço de Táxi em Curitiba e nunca tenha sido permissionário”. A proposta atual suprime o trecho “nunca tenha sido permissionário”.
Segundo justificativa, é primordial a atualização da legislação municipal. “Torna-se necessária também para determinar as condições para exploração do serviço, bem como para expedição de novas autorizações estabelecendo e garantindo a todos os profissionais direito de igualdade ao ex-permissionário”, diz o texto.
A bronca de vários taxistas é a questão do recadastramento, uma vez que existem denúncias de permissionários que nunca foram taxistas, políticos que são donos de várias placas e pessoas que são permissionárias e sequer moram em Curitiba.


quinta-feira, 25 de julho de 2013

FESTA DE NOSSA SENHORA DO PILAR ANTONINA PARANÁ 04a17/08/ 2013 ARQUIVADO


                                                                                                                               

De 04 a 17 de agosto de 2013


segunda-feira, 15 de julho de 2013

GUARATUBA- SOBRE A PONTE.


Por Prof. Paulo Santos Silva.
Quem já não se sentiu irritado ao esperar minutos e mais minutos na fila do ferry boat para chegar ao lado de cá ou de lá?           Quem não perdeu o horário do compromisso, do trabalho, do encontro, da oração, por causa do atraso da balsa, que não podia sair enquanto a neblina não passasse?           Quantos não ficaram e ainda ficarão - caso nada seja feito -, nas filas que serpenteiam lentamente por vários quilômetros, horas e mais horas esquecidas nessas filas, nos feriados e época de temporada? Ah, mas nesse caso o \"turista\" está sem pressa!, pode dizer um desavisado e defensor de que o tempo deve também ser parado. E o turista nervoso por ter que passar pelo transtorno, caso venha em outro ano, se vier, sairá um dia ou dois antes só para não enfrentar a \"bendita\" fila. Quem perde com isso?           E quantas promessas já foram feitas? Inúmeras... Tantas que tornaram-se objetos da matemática, isto é, do reino dos números infinitos.
           É essa a história da Ponte de Guaratuba.
          Eu já vi gente morrer por não ter travessia! Eu já vi empresas perderem oportunidades; eu já vi estudantes perderem a rota de Guaratuba e rumar a outros centros, etc. Parece hipérboles tais depoimentos, mas não são. Eu próprio já vi e vivi drama parecido. Eu já estive por lá, num domingo à noite na esperança de embarcar na balsa do horário  da 1:00. Mas a neblina chegou antes que eu e acabei ficando até as 5:00 para conseguir chegar do lado de cá, e isso tendo que ir trabalhar às sete da manhã. Tive meu pobre carro 1.0 como aposento, o frio como cobertor e as dores no corpo pelo conforto excessivo. Não seria o caso de ter então um centro de hospedagem ao suposto cliente que paga pela travessia? E respondo que não, pois continuaria a mesma patifaria de atrasos, de filas, disso e daqui.Recentemente, surgiu a notícia de que sairia a licitação do projeto. Fiquei contente ao pensar que algum político havia se lembrado das promessas da Ponte... Oxalá fosse verdade, era véspera de eleição. O que se viu depois foi:\"Pessuti disse nesta segunda-feira (11/10), em Paranaguá, que o governo está concluindo o edital para escolha do projeto da obra, mas que a decisão de iniciar a licitação caberá ao futuro governador, Beto Richa.\"  e “O edital para a elaboração do projeto arquitetônico para uma ponte na Baia de Guaratuba ficará pronto ainda neste mês, no mais tardar em novembro’, adiantou Pessuti, durante entrevista coletiva na noite desta segunda-feira (11/10), em Paranaguá.” e logo depois “Caberá ao próximo governador lançar ou não o edital.\" (21/10/10)
E o governador que veio resmungou apenas que uma ponte na baía de Guaratuba era uma ideia sem viabilidade. O que se torna verdade apenas para quem vem aqui de helicóptero, uma vez a cada quatro anos promessar.
Vê-se por aí que a voz “desse povo promesseiro” não é mesmo a voz de Deus, até mesmo porque se fosse Deus haveria uma abertura no mar e atravessaríamos à terra seca sem necessidade de tarifas ou de atrasos. A ponte em Guaratuba é ponto necessário, fundamental! A ponte é vital! A ponte é o nosso futuro em jogo neste entremeio de portos. E a defendo em cinco pontos:
1)    Com a construção dessa ponte, Guaratuba não virará um centro de passagem de caminhões como muitos dizem, já que com o porto em Itapoá, os caminhões que por aqui passam, deixarão de passar, afinal que empresa preferirá gastar numa viagem mais longa.2)    Com a construção de uma ponte, a Baía de Guaratuba não estará sendo prejudicada ambientalmente. Pelo contrário, a ponte poluirá menos que a atual travessia, pois esta despeja inúmeros litros de óleo na baía, além de impedir a livre passagem dos peixes como já verificado até por pesquisadores das entidades de ensino do litoral.
3)    Com a construção de uma ponte, Guaratuba não terá uma onda de desempregos (defesa de muitos que veem no ferry uma usina de trabalho e que para uma cidade de 32 mil habitantes tais empregos gerados pela Travessia de Guaratuba são mínimos), mas sim abertura àqueles que desejam estudar no ISEPE ou na UFPR litoral e com isso gerar novas fontes de trabalho através da pesquisa e de criações de novas fontes industriais.
4)    Com a construção de uma ponte, tanto em Guaratuba como em Matinhos há de surgir novos centros comerciais, entre eles shoppings, cinemas, teatros, indústrias, já que haverá a facilidade de ir e vir e, com isso, uma soma das populações dessas cidades, levando a aumentar também a oferta, principalmente de ônibus coletivo, o que aqui é precário.
5)    E a verdade maior que ninguém viu até hoje: com uma ponte teremos livre acesso ao hospital regional, às entidades de ensino e pesquisa, ao turismo de lá e de cá, bem como pessoas de lá poderão estar por aqui, aumentando o fluxo comercial, entre outros. E isso nada mais é do que o Direito de ir e vir pregado pela Constituição. Ou esta prega que é necessário pagar para visitar o outro lado de GUARATUBA.

terça-feira, 2 de julho de 2013

CURITIBA: Projeto quer regular destinação de multas aplicadas pela Urbs

                                       
                                                             

Fonte site Câmara. 1/7/2013
O vereador Jairo Marcelino (PSD) apresentou projeto, na Câmara Municipal, que propõe regulamentar a destinação dos recursos arrecadados pela Urbs com a aplicação de penalidades no sistema de transporte coletivo. A iniciativa, que foca penalidades por infração e indicadores, impede que essa verba faça parte da gestão da empresa. A regulamentação prevista pelo parlamentar também impede a definição dos valores das multas em função da quilometragem ou do custo atualizado do quilômetro rodado de remuneração do sistema (005.00271.2013).
  
O valor máximo das multas, segundo Jairo Marcelino, não poderá exceder R$ 1 mil, para as mais graves, e as demais deverão ter valores fixados proporcionalmente, de acordo com a infração. “Tais recursos serão destinados à Câmara de Compensação específica e serão reaplicados no sistema de transporte”, esclarece o vereador.     “Através da avaliação de qualidade do serviço pelos indicadores de qualidade previstos na legislação municipal de 2008, a Urbs não poderá aplicar novas multas, nem qualquer espécie de retenção ou desconto de remuneração, devendo a avaliação ser utilizada para estímulo à produtividade e à qualidade do serviço”, acrescenta.
  
Segundo Marcelino, a lei proposta passa a ser aplicada de imediato ao regime jurídico dos contratos de concessão em vigor, podendo ser regulamentada pelo Executivo. “É sabido que a fiscalização exercida sobre o serviço de transporte coletivo urbano deve ter por finalidade a correção de deficiências e, principalmente, o estímulo à produtividade e à qualidade do serviço”.
  
O parlamentar acrescenta ainda que, “jamais deve ser utilizada como mera fonte arrecadatória de recursos. Até porque, as receitas retidas da remuneração das concessionárias e, em última análise, dos motoristas e cobradores responsáveis pelas infrações, são oriundas das tarifas pagas pelos usuários, devendo, portanto, ser reaplicadas no próprio sistema de transporte coletivo e não auferidas pelo poder concedente, no caso a Urbs”, afirmou.



sexta-feira, 7 de junho de 2013

CURITIBA ONIBUS, OPÇÃO PARA IR AOS PARQUES EM CURITIBA.

Onze Parques Municipais podem ser visitados com ajuda das diversas linhas de ônibus – convencionais, alimentadoras ou metropolitanas. Em dias úteis, a passagem custa R$ 2,70, e aos domingos RS 1,50. Parques e bosques são administrados pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente. Mais informações sobre a infraestrutura dos espaços de lazer, que são também áreas para contenção de cheias, podem ser obtidas pelo telefone (41) 3350-9182. Sugestões e roteiros – Ao todo, 11 parques da cidade foram selecionados para visitas, com deslocamentos nos ônibus da RIT: Tingui, Tanguá, Barreirinha, Barigui, São Lourenço, Jardim Botânico, Bosque João Paulo II (Bosque do Papa), Bosque São Cristóvão, Bosque Alemão e Bosque Zaninelli – onde fica a Universidade Livre do Meio Ambiente, além da Pedreira Paulo Leminski – onde fica a Ópera de Arame. Confira as atrações de cada endereço, e de como chegar lá: • PARQUE TINGUI – Avenida Fredolin Wolf – entre as ruas José Valle e a própria avenida – bairro São João – área de 380 mil metros quadrados. Complexo faz parte de projeto global que prevê a implantação de um parque linear ao longo do rio Barigui, unindo-o aos parques Barigui e Tanguá. Obra de saneamento e preservação ambiental, o parque tem pista para caminhadas, lagos, pontes, mata nativa. Também abriga o Memorial Ucraniano, onde está réplica de uma igreja ucraniana antiga. Visitante conta ainda com lojas, palco, mirante, ciclovia, churrasqueiras, play ground e canchas esportivas, além de sanitários e estacionamento. Transporte – O parque é servido por oito linhas de ônibus – a Linha Turismo – com saídas regulares a cada 30 minutos defronte à Catedral, na praça Tiradentes; quatro convencionais – Vila Nori, Fredolin Wolf, Raposo Tavares e Julio Graf; uma alimentadora e duas linhas metropolitanas – Curitiba / Tanguá e Curitiba / Vila Marta As três primeiras linhas convencionais saem da travessa Nestor de Castro, atrás da Catedral; a linha Julio Graf parte da praça Tiradentes (ao lado da Catedral, a poucos metros do início da rua Barão do Serro Azul). A linha alimentadora Santa Felicidade / Santa Cândida, parte, respectivamente, dos terminais existentes nos dois bairros, enquanto as duas linhas metropolitanas têm ponto inicial na praça Dezenove de Dezembro. • PARQUE TANGUÁ – Rua Oswaldo Maciel – Pilarzinho – área de 235 mil metros quadrados. Parque ocupa antiga pedreira pertencente à família Gava, perto do rio Barigui, entre os municípios de Curitiba e Almirante Tamandaré. Espaço originalmente abrigaria uma usina de lixo industrial e caliça. Junto com o parque Barigui e o parque Tinguí, faz parte da política municipal de preservação de fundo de vale, que tem como principal atração mirante com 65 m de altura, cascaa e jardins em estilo francês. Conta com túnel escavado que une dois dos lagos, e equipamentos como ancoradouro, lanchonete, amplo estacionamento, ciclovia, pista de Cooper, caramanchão, ponte, mrante, belevedere, bistrô, sanitários, lojas, torres para observação e espelhos d´água. Transporte – Além da Linha Turismo, que funciona de terça-feira a domingo, das 9h às 17h30, e com saídas regulares diante da Catedral a cada 30 minutos, o acesso ao parque também é garantido pela linha alimentadora Santa Felicidade / Santa Cândida – com saída dos dois terminais -, e a linha convencional Nilo Peçanha, que sai da travessa Nestor de Castro, atrás da Catedral. • PARQUE BARREIRINHA – Avenida Anita Garibaldi, 6.100 – Barreirinha – Há cerca de nove quilômetros do centro da cidade está o parque coberto por mata nativa e lagos, na região norte, numa área de colonização marcadamente polonesa. O parque, regulador de quantidade de ar na região, é área de preservação natural. Conta com três lagos de águas de nascentes e bosque de 200 mil metros quadrados. Transporte – Acesso ao local é feito pela linha troncal Curitiba / Almirante Tamandaré, que sai da rua Prefeito João Moreira Garcez, no centro, com ponto final no Terminal Cachoeira. Também do ponto central sai a linha convencional Barreirinha. Existem, para quem mora nos bairros, seis alternativas de linhas alimentadoras: Cabral / Cachoeira – com saída dos dois terminais, respectivamente; Tamandaré / Cabral, também com saída dos dois pontos extremos; Vila Leonice e Santa Terezinha, ambas saindo do Terminal Barreirinha, bem como as linhas Jardim Graziela e Vila Prado. • PARQUE SÃO LOURENÇO - acesso pela rua Mateus Leme – São Lourenço – área de 203.918 metros quadrados. O estouro da represa do São Lourenço, em 1970, inundou a área onde existia antigamente uma indústria de adubos. Hoje, um centro cultural ocupa espaço em torno do lago formado pelo rio Belém. O projeto de revitalização atendeu à regulagem das águas do rio e aproveitamento do entorno, com reciclagem de uso da velha fábrica de cola. Instalações e equipamentos deram origem ao Centro de Criatividade – uma grande oficina de artes que realiza cursos em espaço que conta ainda com auditório e área para biblioteca e mostras. Espaço conta com play-ground, pista de rolimã, teatro, churrasqueiras, sanitárias e canchas poliesportivas, ciclovia, estacionamento, posto policial, e abriga ainda a casa de cultura que homenageia o artista paranaense Erbo Setenzel. Transporte – Opções de transporte em ônibus não faltam para quem procura o parque São Lourenço. A Linha Turismo passa no local e sai defronte à Catedral, de terça-feira, a cada 30 minutos, de terça-feira a domingo, das 9h às 17h. Há ainda quatro linhas convencionais –Mateus Leme, Jardim Chaparral e Vila Suíça -, com saídas da rua Barão do Serro Azul, ao lado da Catedral, além da linha diametral Água Verde / Abranches, com embarques, no centro, na face sul da praça Tiradentes. O atendimento é completado por quatro linhas metropolitanas: Curitiba / Jardim Paraíso e Curitiba / Jardim Marrocos, com saída defronte ao shopping, na avenida Cândido de Abreu. E Curitiba / Itaperuçu e Curitiba / Rio Branco do Sul, com ponto inicial na praça 19 de Dezembro. Três linhas troncais também servem o local: Abranches, também saindo da rua Barão do Serro Azul, bem como as linhas Curitiba / Tamandaré via Minérios, partindo da praça 19 de Dezembro; e via Lamenha, saindo da avenida Cândido de Abreu, defronte ao shopping. Outra alternativa para chegar ao parque é a linha Interbairros II (sentidos horário e anti-horário), com parada no ponto que fica na rua Professor Nilo Brandão. Ônibus dessa linha saem regularmente dos terminais Campina do Siqueira, Cabral, Capão da Imbuia, Hauer e Capão Raso. • PARQUE BARIGUI - Há dois acessos recomendados: ou pela avenida Cândido Hartmann, ou pela BR-277 – área de 1,4 milhão de metros quadrados. Considerado o mais popular dos parques, conta com bosque que regula a quantidade de ar, enquanto o lago com 230 mil metros quadrados ajuda na contenção de cheias do rio Barigui. Endereço de lazer e recreação desde os anos 1970, o parque objetiva a preservação do fundo de vale que evita o assoreamento e a poluição do rio, protegendo a mata ciliar e impedindo a ocupação irregular. Endereço abriga lago, moderno pavilhão de exposições e eventos, Museu do Automóvel, Salão de Atos, bistrô, academia de ginástica, pista de bicicross e de caminhadas, canchas esportivas, sede de grupo escoteiro, ciclovia e dois estacionamentos. Transporte – O acesso ao parque pode ser feito por quatro linhas convencionais: a diametral Capão da Imbuia / Parque Barigui, com passagem em diversos pontos no centro ao longo do trajeto de ida e volta; São Bráz, Bigorrilho e Savóia, todas partindo da face oeste da praça Tiradentes, no trecho entre a rua Cruz Machado e a rua Cândido Lopes. Outra opção é a Linha Turismo, que sai defronte À Catedral, de terça-feira a domingo, das 9h às 17h, a cada 30 minutos. Nesse caso, a passagem, com direito a quatro reembarques, com direito a uma viagem de cerca de duas horas e meia, passando por 25 pontos de atração, custa R$ 27. Existe a alternativa de embarque em quatro linhas alimentadoras. Todas saem do terminal Campina do Siqueira – Saturno, Montana, Mossunguê e Tuiuti / Barigui. E, por último, a linha metropolitana Curitiba / Campo Largo, com embarque no ponto inicial, que fica na rua Fernando Moreira, quase esquina com rua Saldanha Marinho. • JARDIM BOTÂNICO FRANCISCA MARIA GARFUNKEL RISCHBIETER – acesso pela rua Engenheiro Ostoja Roguski, 690 – Jardim Botânico. Área de 178 mil metros quadrados. Existe desde 1991 como espaço reservado à educação ambiental, à pesquisa botânica, conservação de plantas nativas e raras. Nome oficial homenageia urbanista curitibana. Equipamento fica ao lado do Velódromo Municipal. Atração do complexo fica por conta dos jardins em estilo francês com três chafarizes e estufa com sua estrutura metálica que guarda plantas da Floreste Amazônica. Espaço abriga ainda o Museu Botânico Municipal, e conta com pista para caminhadas. Transporte – Os ônibus expressos das linhas Pinhais / Rui Barbosa, Centenário / Rui Barbosa e Centenário / Campo Comprido são uma boa alternativa de acesso ao parque, porque operam com frequência elevada, permitindo embarques rápidos ao longo de todo o trajeto, especialmente na praça Rui Barbosa, que fica no centro. O embarque deve ser nas estações-tubo em direção a Pinhais ou ao bairro Centenário. O alimentador Cabral / Portão, com embarques nos dois terminais em locais opostos, também chega ao local. O visitante dispõe ainda de seis linhas convencionais: Cajuru, Solitude (saída da praça Carlos Gomes); Santa Bárbara, Petrópolis, Palotinos (embarques na praça Rui Barbosa); além da linha diametral Alcides Munhoz / Jardim Botânico. A Linha Direta Centro Politécnico, com embarques na estação-tubo que fica no Largo Bittencourt, defronte ao Círculo Militar, também passa no local. O embarque deve ser no tubo da rua Tibagi. Há a alternativa da Linha Turismo, com partidas defronte à Catedral a cada 30 minutos, das 9h às 17h. Já quem usa ônibus metropolitanos e que conhecer a atração turística, conta com cinco linhas: Curitiba / Independência; Curitiba / Jardim Ipê; Curitiba / Jardim Izaura; Curitiba / Jardim Cristal; Curitiba / Guatupê e Curitiba / Roseira. Todos saem do Terminal Guadalupe, que fica na rua João Negrão. Usuários dessas linhas devem desembarcar na avenida Prefeito Omar Sabbag, depois de os ônibus terem percorrido a rua Brasílio Itiberê, no sentido centro-bairro. • BOSQUE JOÃO PAULO II (BOSQUE DO PAPA) – acesso pela rua Mateus Leme, no trecho entre as ruas Vieira dos Santos e Deputado Mário de Barros – área de 48 mil metros quadrados. Complexo é de 1980, quando o papa visitou Curitiba e conheceu a casa típica montada pela comunidade polonesa no espaço em que caminhos internos levam a outras sete casas feitas de troncos de pinheiro encaixados, sem pregos, construídas pelos primeiros imigrantes. Bosque conta ainda com ciclovia, palco, sanitários, play-ground, loja de artesanato e sede de unidade escoteira. TRANSPORTE – Ao lado da Catedral, na rua Barão do Serro Azul, partem as linhas convencionais (ônibus amarelos) Jardim Chaparral, Mateus Leme e Vila Suíça, além da linha troncal Abranches. Na face sul da praça Tiradentes estão os pontos de embarque de outras duas linhas convencionais diametrais: Marechal Hermes / Santa Efigênia e Ahú / Los Angeles (sentido Ahú). Além dos ônibus double decker da Linha Turismo, que sai defronte à Catedral, de terça-feira a domingo, das 9h às 17h, os visitantes dispõe ainda dos ônibus ligeirinhos da Linha Direta Boqueirão / Centro Cívico. Nesse caso, para chegar ao bosque a melhor indicação é seguir até o ponto final da linha, no Centro Cívico – na estação-tubo que fica defronte ao Museu Oscar Niemeyer. Basta o visitante atravessar a esplanada das secretarias e encontrar o caminho que leva aos fundos bosque, por onde chega também à rua Mateus Leme. Quem mora em Itaperuçu ou Rio Branco do Sul, também pode conhecer o bosque com suas atrações, embarcando nos ônibus metropolitanos das linhas Curitiba / Itaperuçu e Curitiba / Rio Branco, nos respectivos terminais das duas cidades, no sentido capital. Moradores de Almirante Tamandaré igualmente usufruem esse lazer, vindo a Curitiba nas linhas Curitiba / Tamandaré, respectivamente, via Rodovia dos Minérios, ou via Lamenha. Em todos esses casos, o desembarque é na rua Mateus Leme, perto do cruzamento com a rua Deputado Mário de Barros. • BOSQUE ITALIANO (BOSQUE SÃO CRISTÓVÃO) – Acesso pela rua Margarida Angela Zardo Miranda, em Santa Felicidade – área de 23.540 metros quadrados. Abriga o Memorial de Imigração Italiana no espaço administrado pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente. Endereço é mais conhecido pelas festas típicas, na área pertencente à igreja católica, onde descententes de italianos realizam festas como a da Uva e da Polenta. TRANSPORTE – A linha convencional Santa Felicidade tem partidas regulares do ponto inicial que fica na travessa Nestor de Castro – fundos da Catedral. Quem está no Campo Comprido, conta com a linha Fernão Dias, com embarque no terminal localizado na região. Resta a linha interbairros IV, que sai do Terminal Santa Felicidade e passa diante do bosque, na avenida Vereador Toaldo Túlio. • PARQUE DAS PEDREIRAS ( PEDREIRA PAULO LEMINSKI ) – Fica na rua João Gava – Pilarzinho – área de 103.500 metros quadrados. Espaço cultural que homenageia o poeta e jornalista curitibano Paulo Leminski, abriga também a Ópera de Arame. Um grande auditório ao ar livre tem capacidade par abrigar até 30 mil pessoas. Palco fixo tem 480 metros quadrados, além de camarins, sanitários, bilheteria, lanchonetes e excelente acústica, por causa do paredão de rocha maciça com mais de 30 metros de altura. A Ópera é teatro com estrutura tubular, de forma circular, toda transparente, em meio à cratera de uma pedreira desativada, rodeada por lagos, cascatas e muito verde. Área tem ainda amplo estacionamento e heliponto, e é atração turística permanente. TRANSPORTE – Ponto de passagem dos ônibus da Linha Turismo (partidas a cada 30 minutos da praça Tiradentes defronte à Catedral, de terça-feira a domingo, das 9h às 17h), endereço também é rota de passagem da linha Interbairros II, nos sentidos horário e anti-horário. Quem usa essa opção, pode embarcar nos terminais Campina do Siqueira, Capão Raso, Hauer, Capão da Imbuia ou Cabral. Quem está no centro da cidade, conta duas linhas convencionais para chegar lá: Nilo Peçanha, com embarques na travessa Nestor de Castro, atrás da Catedral; e Mateus Leme, linha que sai ao lado da Catedral, na rua Barão do Serro Azul. • BOSQUE ALEMÃO – acesso pela rua Francisco Schaffer, trecho entre as ruas Nicolo Paganini e Franz Schubert – área de 38 mil metros quadrados. Área localizada no fundo de vale no Jardim Schaffer – bairro Mercês – guarda equipamentos alusivos à cultura germânica. Como o Oratório de Bach (homenagem a Johann Sebastian Bach) -, réplica de igreja presbiteriana de estilo neogótico originalmente existente no bairro Seminário. Atração é jardim externo que projeta passarela ligada ao mirante situado sobre a Torre dos Filósofos, com 15 metros de altura em estrutura de troncos de eucaliptos. O Caminho dos Contos é trilha para caminhada cercada com painéis que contam a história de João e Maria, obra dos irmãos Grimm. Às crianças reserva-se a Casa da Bruxa, reservada à leitura infantil. No fim da trilha está a reconstituição de frontão da antiga Casa Mila (que existia na rua Barão do Serro Azul). Visitantes encontram ainda lanchonete, sanitários, mirante, torre, biblioteca, casa de chá e até sala de concertos. TRANSPORTE – quem está no centro da cidade, ou nos bairros Mercês e Água Verde, conta com a linha convencional Jardim Mercês / Guanabara. No centro, o melhor ponto de embarque é na avenida Marechal Floriano Peixoto, no trecho entre as ruas Marechal Deodoro e XV de Novembro. Os ônibus passam muito perto do bosque, na rua João Tschannerl – Mercês. Há opção pela Linha Turismo, com saídas regulares a cada 30 minutos da praça Tiradentes, de terça-feira a domingo (a passagem custa R$ 27). O roteiro dá direito a quatro reembarques ao longo do trajeto de cerca de 40 km e com duração de duas horas e meia, de acordo com a vontade do visitante. Quem está nos terminais Cabral, Capão da Imbuia, Hauer, Capão Raso e Campina do Siqueira, conta com a linha interbairros II, nos sentidos horário e anti-horário. Usuários dessa linha devem desembarcar no ponto que fica na rua João Tschannerl. • BOSQUE ZANINELLI - Rua Victor Benato – Pilarzinho – área de 37 mil metros quadrados. Existe como área de preservação desde 1992, inaugurado pelo falecido pesquisador francês Jacques Cousteau. Principal atração é a sede da Universidade Livre do Meio Ambiente (Unilivre) – um espaço de 874 metros quadrados, que se destaca pela originalidade das formas. A estrutura dos troncos de eucalipto chega a 15m de altura, com balanços de até 3m na estrutura que apoia a rampa helicoidal. A Unilivre é centro aberto de ensino que forma nas pessoas uma consciência da defesa ambiental como fator de sobrevivência. Bosque tem mata nativa em torno de um pedreira e passarela em túnel vegetal que desemboca frente à pedreira e espelho d´água do lago com cerca de 120m de extensão. Bosque conta ainda com estacionamento, mirante, auditório ao ar livre e sanitários. TRANSPORTE – Além da Linha Turismo, em cujo roteiro o visitante pode fazer quatro reembarques pagando a tarifa de R$ 27 ao sair da praça Tiradentes, três linhas convencionais – Jardim Kosmos, Bracatinga e Primavera, todas saindo da travessa Nestor de Castro, atrás da Catedral – também se dirigem ao local. Embarcando nos terminais Santa Cândida ou Santa Felicidade, o acesso é garantido para quem tomar a linha alimentadora pendular com saída nesses terminais e com ponto de parada perto do bosque. Também têm acesso fácil à região usuários que, no sentido horário ou anti-horário, usam a linha Interbairros II, com embarques nos terminais Cabral, Capão da Imbuia, Hauer, Capão Raso e Campina do Siqueira.