terça-feira, 24 de junho de 2014

SÃO LOURENÇO BICICAIXAS Não Intimidam Velocidade Vereador pede Lombada.





A sinalização de bicicaixas (área de parada de bicicletas nos semáforos entre a faixa de pedestres e a área de veículos) não está surtindo os efeitos necessários para garantir preferência de passagem ao ciclista nas ruas Livio Moreira e Nelson de Souza Pinto, bairro São Lourenço.
Numa tentativa de corrigir o problema, o vereador Jairo Marcelino (PSD), solicitou a implantação de lombadas físicas para conter a velocidade dos veículos, principalmente nos trechos da rua Livio Moreira entre as ruas Gregório de Matos e Cecília Meireles (044.06966.2014) e na rua Nelson de Sousa Pinto entre Cecília Meireles e Gregório de Matos (044.06965.2014).
O quarto secretário da Câmara de Curitiba quer atender a uma grande demanda de pedidos de comerciantes, moradores e usuários desses trechos que “ficam impedidos de realizar uma passagem segura por causa da alta velocidade que os motoristas desenvolvem em função da posição geográfica das duas vias”, diz. Embora o motorista curitibano esteja em fase de adaptação ao Plano Diretor Cicloviário, Jairo Marcelino, alerta que “no bairro São Lourenço há pontos da ciclovia onde o trânsito é dividido entre ciclistas e pedestres sem qualquer sinalização, principalmente próximo ao Parque São Lourenço. Nesse trecho também é possível encontrar buracos e locais com desníveis na pista. Em uma das descidas, na rua Rodolfo Reksidler, os obstáculos instalados para diminuir a velocidade das bicicletas são estreitos, o que obriga os ciclistas a desviarem pela via pública e se sujeitarem aos acidentes”.
O bairro São Lourenço é um dos primeiros de Curitiba a ter ciclovias em grande distância. O Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) já informou a recuperação de 37 quilometros da antiga malha cicloviária, incluindo o trecho que vai do Parque São Lourenço até a Avenida Cândido de Abreu. “A ciclovia margeia o lago do Parque São Lourenço e pela rua Mateus Leme acompanha o traçado do rio até ficar lado a lado com ele na altura do Jardinete Siegfried Rigler, onde também serão benvindas lombadas físicas”, complementa o parlamentar.
Jairo Marcelino aproveita para solicitar mais divulgação aos motoristas do Manual de infraestrutura cicloviária: documento com descrição técnica dos tipos de vias cicláveis a serem implantadas na cidade, unificando padrões e procedimentos.

ABRANCHES CURITIBA.Solicitado desassoreamento em Córrego



Requerimento (044.06705.2014) protocolado esta semana, na Câmara de Curitiba, pelo vereador Jairo Marcelino (PSD) está solicitando obras de desassoreamento para liberar o fluxo de um córrego que margeia a rua Benedito Correia de Freitas, no Abranches. “O processo de remoção do material de sedimentação que fica dentro do curso d’água formado pelo acúmulo de areia, pedriscos e lixo de toda espécie precisa ser feito, principalmente, entre as ruas Antonio Kranisnki e Aldo Pinheiro”, frisou.
Jairo Marcelino ressaltou que “a solicitação partiu de diversos moradores e frequentadores dos colégios existentes no entorno, que ao transitar por esta via, temem por sua segurança. Parte do problema infelizmente, é ocasionado pela própria comunidade e pessoas da vizinhança que jogam sacos de lixo e entulhos. A existência do córrego a céu aberto é outro fator agravante, favorecendo o lançamento do lixo”, completou.
“A frequência deste tipo de ação contra o meio ambiente, além de provocar a proliferação de ratos, promove risco à saúde dos moradores, ao mesmo tempo em que se negligencia a importância do bairro Abranches para o desenvolvimento de Curitiba”, frisou o parlamentar. O bairro estabelecido pela Câmara Municipal foi fundado em 1873, pelo então presidente da província doutor Abranches. Nasceu como um núcleo colonial de imigrantes poloneses com 64 famílias que se dedicavam à lavoura, oferecendo alimento para o restante da cidade.
Trânsito

Jairo Marcelino também fez encaminhamento à Secretaria Municipal de Trânsito (Setran) para melhorar as condições do trânsito na rua Rodrigo Octávio de Lagaard Menezes, bairro São Lourenço. No requerimento 044.06707.2014 o parlamentar reivindicou um dos planos do Projeto Escola cuja estrutura é implantada em frente ou próxima a uma escola, de acordo com o problema de segurança na travessia de pedestres. “Queremos eliminar qualquer risco potencial de acidentes envolvendo os alunos no percurso que fazem diariamente para chegar à creche do Centro Social Infantil, nos horários de chegada e saída das crianças”, ressaltou.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

TRENS EM CURITIBA. Projeto proíbe circulação de trens em Curitiba das 22h às 9h



A passagem de trens, locomotivas e composições de cargas pela cidade pode ser proibida das 22 horas às 9 horas da manhã. É o que propõe o vereador Jairo Marcelino (PSD), em projeto de lei que começou a tramitar nesta segunda-feira (19). Na prática, o parlamentar que aumentar em duas horas o horário de restrição já existente (das 22 horas da noite às 7 horas da manhã do dia seguinte). A proibição seguiria a legislação em vigor, não sendo aplicável a trens de turismo, de passageiros ou de transporte de perecíveis (005.00122.2014).

“Existem 48 cruzamentos entre ruas e ferrovias, tecnicamente conhecidos como passagens de nível, e que são um dos problemas causados pela presença do trem dentro da cidade. Além do transtorno na espera pela passagem do comboio há a poluição sonora e ambiental”, complementa. Marcelino argumenta que no “horário de pico matinal”, a passagem dos trens prejudica o descolamento dos trabalhadores e estudantes de Curitiba.

“Não faz sentido ter inúmeros trens de carga cortando uma cidade com quase dois milhões de habitantes. Estima-se que há 500 mil moradores em áreas próximas às linhas férreas, submetidas a riscos de acidentes e, sobretudo, ao barulho provocado pela passagem das composições”, afirma o vereador, que ocupa a 4ª secretaria na Mesa Diretora do Legislativo. Se aprovado, o projeto de lei alteraria a norma municipal 11.405/2005, que regulamenta o tráfego de trens pela cidade.

A norma vigente prevê que os trens que infringirem o horário de restrição sofrerão as sanções previstas na"Lei Municipal do Silêncio" (10.625/2002), que atribui a fiscalização do problema à Secretaria Municipal do Meio Ambiente. O infrator pode receber, dentre outras punições, multas e a cassação da licença ambiental para operação. “Além de os trens só utilizarem Curitiba como passagem, sem contribuírem com impostos municipais, causam sérios problemas para quem precisa chegar ao trabalho, escolas e até mesmo a consultas médicas”, reclama Marcelino.

Fonte Site CMC

quinta-feira, 17 de abril de 2014

TAXIS CURITIBA: Depois de 40 anos Curitiba tem novos Taxis.



As primeiras licenças para serviço de táxi de Curitiba foram entregues na tarde nesta quarta-feira (16) pelo prefeito Gustavo Fruet a um grupo de 11 taxistas. Aprovados na licitação, esse taxistas fizeram cadastramento na Urbs e, a partir do momento em que recebem o documento, estão liberados pelo Município para fazer o emplacamento do carro, solicitar a instalação e aferição do taxímetro pelo Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) e começar a trabalhar. É o primeiro aumento da frota na cidade em 40 anos.
Ao fazer a entrega das outorgas, Gustavo Fruet destacou que a ampliação da frota de táxi é resultado de um pacto feito com a cidade para melhorar a qualidade dos serviços e investir  na mobilidade. “A cidade não é a mesma dos anos 70, quando tinha 500 mil habitantes e foram repassadas as permissões para o serviço de táxi. Hoje temos 3 milhões de pessoas entre Curitiba e região metropolitana, além de turistas e empresas que precisam muito do serviço de táxi. Por isso era necessário aumentar o número de táxi e preciso fazer um agradecimento especial a todos aqueles que atuaram para que esta licitação, e o aumento da frota, se tornassem possíveis”, disse o prefeito.
Ele destacou o papel da Câmara Municipal, do Ministério Público, do Judiciário, das entidades de classe e dos próprios taxistas para que o processo transcorresse de forma transparente e aberta.
Ao cumprimentar os novos taxistas, o prefeito destacou a importância de relação de confiança e parceria entre os profissionais e o poder público e alertou para a necessidade de cumprimento fiel do que determina o regulamento da atividade, que, entre outros itens, prevê a operação dos táxis por no mínimo 12 horas por dia.
Assis Archanjo, que trabalha como motorista colaborador desde 1979, agradeceu a oportunidade de continuar na profissão que abraçou há mais de 30 anos, com a diferença de que agora vai trabalhar por conta própria. “Agradeço à Prefeitura e aos colegas que nos incentivaram nesse tempo todo. Chega de trabalhar para os outros”, disse ele, que só espera a chegada o carro novo, comprado especialmente para participar da licitação, para começar a trabalhar. Escolhido para representar os 640 taxistas que passaram pelas etapas de classificação e habilitação, Archanjo recebeu, das mãos do prefeito Gustavo Fruet um fusca em miniatura, caracterizado como táxi.
O presidente da Urbs, Roberto Gregorio da Silva Junior, disse que este foi um momento histórico, com o aumento da frota de táxi e a realização de uma licitação para concessão das autorizações. “As pessoas que estão recebendo a outorga fizeram por merecer e passaram pelo crivo de uma licitação feita com transparência”, disse. Gregorio também destacou a participação da categoria nas discussões para elaboração do edital de licitação e do novo regulamento do táxi. “Foi um processo feito com transparência, diálogo e respeito, conforme determinação do prefeito. Começamos conversando com os taxistas, realizamos uma consulta pública com a forte presença da categoria e chegamos neste ponto com muito diálogo”, afirmou.
Antonio Arilo Santana, de 72 anos, que terá um táxi com o número 449, também não escondia sua alegria. “A vida muda da água para o vinho”, comemorou. “E também tem o fato de que a população estava pedindo novos táxis, a gente que já trabalha na praça sabe disso. Agora sou mais um nessa frota”, comemorou.
Participaram da solenidade de entrega das primeiras outorgas de táxi das últimas quatro décadas, a vice-prefeita Mirian Gonçalves, secretários municipais, administradores regionais, membros da comissão de licitação, gestores e diretores da Urbs, taxistas e os vereadores Paulo Salamuni (presidente da Câmara), Pedro Paulo, Jairo Marcelino, Tito Zeglin, Mestre Pop, Geovani e Bruno Pessuti.
Titulares
Egon Schmidt, que também recebeu sua outorga na tarde desta quarta-feira, já está pronto para entrar na praça. Depois de cuidar, ainda na quarta-feira, da aferição e acerto da plotagem do carro, ele pretende começar a trabalhar na manhã desta quinta-feira. “Vou passar cedo na Urbs apenas para conferir a plotagem e de lá já saio para a rua”, avisou. Egon também trabalhava como colaborador, desde 1997, e agora comemora o fato de poder trabalhar como taxista titular.
Esta é a primeira vez, desde 1975, que o Município amplia a frota de táxi, mantida desde então em 2.252 veículos. Somados aos 11 taxistas que já receberam a outorga, serão, até o fim deste mês, 640 táxis rodando na cidade, número que deve chegar a 750 até o fim de maio, quando Curitiba passará a ter 3.002 táxis trabalhando no mínimo 12 horas por dia.
Dos 750 novos táxis, 719 serão convencionais, 20 serão táxis adaptados com atendimento prioritário a pessoas com deficiência e 11 serão de taxistas com deficiência, habilitados para dirigir o veículo.
A licitação, aberta em dezembro, foi a primeira feita em Curitiba para ampliação da frota de táxi e teve grande número de participantes (2.147). No total, ao final do processo, a comissão especial de licitação do táxi terá analisado mais de 50 mil folhas - de documentos, propostas e recursos.
Fonte Agencia de Noticias de Curitiba. 

AHÚ: Pedido reforço em sinalização do Ahú


Moradores do Ahú pedem intervenções simples para reduzir a velocidade dos veículos e aumentar a segurança nas vias do bairro. Um destes pedidos está sendo encaminhado pelo vereador Jairo Marcelino (PSD) que foca sobre a necessidade de reforço na sinalização do cruzamento das ruas Marechal Hermes com Albano Reis. O quarto secretário da Câmara de Curitiba também aproveita para sugerir a implantação de uma rotatória (044.03749.2014).

O parlamentar reconhece que “a implantação de um jardinete no cruzamento destas ruas não resolveu o problema. Quem vem pela rua Marechal Hermes - sentido centro - não respeita o direito de passagem trancando, muitas vezes, a circulação dos demais veículos”. Na visão dos moradores “a rotatória também traz benefícios ambientais, diminuindo o barulho e o consumo de gasolina, além de dar maior segurança para o condutor, já que o equipamento reduz o número de paradas. O jardinete neste cruzamento de nada adiantou, muito pelo contrário ficou mais perigoso”, explica.

Para Jairo Marcelino a opção da rotatória pode aliar a redução da velocidade com o baixo custo de implantação”. Opinião que se iguala a do arquiteto paranaense Luiz Masuru Hayakawa, que comandou o Instituto de Pesquisa e Planejamento de Curitiba (Ippuc) e atualmente faz o planejamento viário da cidade de Palmas. Hayakawa vê a rotatória como uma solução em potencial não apenas para o trânsito, mas também para resolver o problema da drenagem da cidade.
Outros técnicos do instituto concordam que as rotatórias podem organizar o tráfego e apresentar custos menores que os semáforos. Muitas cidades do interior do Estado começam a adotar o sistema, como é exemplo em Maringá e Umuarama.
A Secretaria Municipal de Trânsito (Setran) já recebeu o requerimento de Jairo Marcelino e estuda um parecer sobre o assunto (5332887/2014).

Vereador Jairo Marcelino (PSD) pede intervenções simples para reduzir a velocidade dos veículos e aumentar a segurança nas vias do bairro Ahú
Fonte Site CMC.

BARREIRINHA.Pedida mudança em alimentador do Barreirinha






Em busca de maior praticidade e economia no tempo dos deslocamentos dos usuários do sistema de transporte coletivo de Curitiba, o vereador e quarto secretário da Câmara Municipal, Jairo Marcelino (PSD), solicita à Prefeitura de Curitiba a alteração no itinerário da linha Santa Terezinha (044.03577.2014).

O ônibus alimentador serve o Terminal do Barreirinha com circulação pela avenida Anita Garibaldi e ruas Flávio Dallegrave, uma sem denominação, Palmiro Vernes, José Bajerski, Santa Edwiges e Wilson Gomes Ramos, nos dois sentidos de trânsito. “Porém, para os moradores o percurso feito é demorado e com pouca utilidade”, como explica Jairo Marcelino, que sugeriu que “a alteração contemple a necessidade de deslocamentos dos usuários, pelo interior do bairro, de forma mais ágil e com o benefício de servir o maior número de pessoas”, finaliza o parlamentar.

Todos os requerimentos estão disponíveis na página da Câmara Municipal na internet. Basta acessar o Sistema de Proposições Legislativas e, após preencher a autenticação, localizar a busca rápida, na aba proposições, e digitar o código da solicitação.
Fonte site CMC.

ABRANCHES; Vereador pede providência para ponte que ameaça ruir no Abranches




O vereador Jairo Marcelino (PSD) está solicitando providências urgentes do Executivo, para uma ponte de madeira que ameaça ruir. O acesso com madeiras já apodrecidas pelo desgaste de anos de uso, sobre um córrego da rua Aluisio de Azevedo, está localizada no bairro Abranches (044.03576.2014).

Os usuários da ponte, que apresenta buracos, acreditam que ela oferece riscos de acidentes. “É que por este caminho transitam muitas mães com crianças pequenas. Algumas delas na direção da Creche Municipal Krachisnki, situada nesta mesma rua, e outras, que se dirigem para a Creche Amar, nas proximidades”, justifica o parlamentar que ocupa a quarta secretaria da Câmara Municipal de Curitiba.

A ponte ainda serve como ligação a dois centros municipais de educação integrada. Os moradores que também fazem uso da passagem temem que “na velha estrutura de madeira as tábuas se soltem”. No requerimento que encaminhou à Secretaria Municipal de Obras Públicas e à Regional do Boa Vista, Jairo Marcelino pede substituição da ponte de madeira por uma de concreto, ressaltando que “os custos da obra teriam a contrapartida da segurança a todos”.

Fonte Site CMC.